Oi
pessoal, tudo bom?
Hoje
trago para vocês a resenha do livro “Cidades Mortas” do autor Dêner B. Lopes,
cedido em parceria com Chiado Editora,
mas antes de resenhá-lo, vamos a sinopse do livro.
Livro: Cidades Mortas
Os 20 Eleitos serão encaminhados para a Cidade-Morta selecionada, onde serão confinados e terão que escapar dos soldados-robôs que irão se dispersar pelo local, com claras intenções de morte lenta.
Todos aqueles que conseguirem sobreviver até o final das duas semanas de confinamento, terão a honra de fazer dois pedidos, possíveis e aprovados pelo Presidente, é claro.
As seleções começarão no dia primeiro do último mês do ano e o Festival terá início no dia terceiro após os Eleitos serem anunciados.
O confinamento será acompanhado por toda Lisarb por meio da TV aberta durante todos os dias do Festival, ao fim das noites.
Aos Eleitos, com toda a verdade, desejamos sorte e, acima de tudo, coragem.
David Neil e Boris Alvimar (Diretor da Emissora RGS-14 e Presidente da República) (Fonte: Skoob)
Resenhando o livro...
O
livro acompanha a historia de Arthur, um órfão que vive num orfanato depois que
seus pais morreram num acidente de carro e seu irmão mais velho morreu na
ultima edição das Cidades-Mortas. Tudo na sua vida ia na mesma até que dias
antes de ser anunciado os eleitos para a próxima edição, Arthur é pego fumando
maconha, uma droga é extremamente proibida.
Lá
na prisão, ele fica confinado junto com outro adolescente, o William, que foi
preso por ter matado o seu pai, e além disso, é sangue frio e racista, além de
ser meio desequilibrado psicologicamente. No dia da que começa a 30º edição
eles armam um incêndio na prisão e com isso, conseguem fugir, já que nesse dia
há poucos policiais na delegacia. Na fuga, eles se abrigam embaixo de uma
viatura, só que o que acontece a seguir, eles não poderiam imaginar.
Eles
acabam sendo levados direto para a Cidade-Morta, e sendo aceitos como eleitos a
mais e só poderão sair de lá, se sobreviverem as duas semanas, onde serão
atacados por soldados-robôs, podendo ser atacados uns pelos outros e por outras
surpresas que a natureza pode trazer.
Assim,
no decorrer da historia, Arthur faz aliança com a eleita Monique, de quem
William, não gosta por ser negra, e logo é desfeita a aliança por parte dele.
Arthur e Monique ainda continuam juntos por um bom tempo, e outros personagens
vão aparecendo e indo ao longo da historia.
O
desfecho final do livro deixa uma questão em aberto onde não sabemos se aquilo
que aconteceu com Arthur é realmente aquilo que lemos nas ultimas linhas,
deixando perguntas no ar.
O que achei do livro...
O
livro é bem escrito, é fluido e leve, e ele tem uma referencia de Jogos Vorazes
de Suzanne Collins, que o próprio autor deixa entender em seu livro e eu acho
isso bem interessante, é só uma referencia, e não uma copia, e quando algo é
bom, porque não pegar a idéia, não é mesmo?!
O
livro é fino, tem 199 paginas, é rápido de ler e bem dinâmico, e como disse,
deixa umas questões no ar, que devem ser sanadas nos próximos livros, já que
ele é o primeiro de uma série.
Eu
recomendo sua leitura, principalmente para quem curte distopia e gostou de
livros como Jogos Vorazes e Battle Royale.
A
escrita do autor é primorosa e o parabenizo por isso, e recomendo. O livro vale
à pena e estou ansiosa pela continuação.
Até
a próxima
Bjus
Postado
por: Thatyane Alvarenga.
