Resenha de livro: Se Eu Ficar de Gayle Forman

Oi pessoal, tudo bem?

Hoje farei a resenha do livro “Se Eu Ficar” de Gayle Forman, um livro pequeno, mas bem tocante, reflexivo e que está sendo gravado o seu filme com o mesmo nome. Antes de começar a resenha, vamos a sinopse do livro

Sinopse do livro: Aos 17 anos, a musicista Mia é uma adolescente como tantas outras. Tem pais amorosos, uma melhor amiga e um namorado apaixonado. Sua vida, no entanto, não é livre de escolhas dolorosas, como decidir se permanece fiel ao seu primeiro amor – a música –, mesmo que isto signifique perder seu namorado e deixar todos os que ama para trás. 
Em uma manhã de fevereiro, Mia sai para um passeio com a família e, em um instante, tudo muda. A última coisa que lembra é estar no carro com seus pais e seu irmão mais novo, Teddy, em uma estrada repleta de neve. De repente, está em pé fora do seu corpo, ao lado dos cadáveres de seu pai e sua mãe, observando ela e o irmão serem atendidos pelos paramédicos.Enquanto tenta entender se está morta ou não, Mia é levada para um hospital, onde, com seu corpo em estado de coma, reflete sobre seu passado e tenta decidir se vale a pena lutar pela vida. Por meio dos flashbacks e dos pensamentos de Mia, o texto explora a vida da adolescente, sua paixão pela música clássica e sua forte relação com a família, com o namorado, Adam, e com a melhor amiga, Kim.

Resenhando o livro...

Como vocês perceberam pela sinopse, o livro tem uma temática bem chocante e difícil de se retratar e mais ainda de ler e se colocar no lugar da principal, que é a jovem Mia. Na sinopse já temos um “spoiler” de que seus pais morrem no acidente e ela e seu irmão mais novo – Teddy – estão sendo levados para o hospital para serem tratados. A partir daí nós acompanhamos a jornada da Mia, desde o momento que ela vê seu próprio corpo, o momento que ela entende o que aconteceu com ela e o qual grave está a sua situação de saúde. Durante o livro ela vai refletindo sobre sua vida, sua família, namorado e a momentos com a melhor amiga, e o livro trata disso, mostrando-nos as cenas em detalhes, dando-nos a impressão de o livro passar no passado ( que a protagonista está narrado e relembrando momentos da sua vida) e o presente ( o momentos que ela está no hospital, quando familiares e amigos e o namorado chegam, o que vai acontecendo ali).

No decorrer do livro nos deparamos com vários personagens, tem os pais da Mia ( esqueci o nome deles, malz) que são jovens e amam rock, amam tocar, amam musica, são personagens cativantes e bem “descolados” , fiquei triste quando eles morrem e o modo como morrem e mais triste ainda quando a Mia durante os momentos que relembrava o passado mostrava os pais que tinha, como eles eram, como eles se amavam e amavam os filhos, fiquei triste mesmo :’(  Tem o irmão dela, o Teddy, que é engraçado, tem uma alma de roqueiro e ama musica e tocar bateria, eu simplesmente amei conhecê-lo, e vi o qual intenso era esse amor de irmão entre eles ( muito lindo gente). Tem a Kim, a melhor amiga de Mia, que o sonho é ser fotografa, ser feliz, viver um grande amor e essas coisas que todo mundo sonha, mas por ela ser de uma família judia, e a mãe ser rígida, nada de namorados até a faculdade e se for namorar, tem quer ser judeus ( chato isso hein); mas enfim, ela é uma superamiga, super legal, se preocupa com a amiga e percebe muito as coisas e quando coisas precisam ser feitas ou decididas no livro, ela não tem medo e vai lá e faz.

Tem o fofo e roqueiro namorado da Mia, o Adam, apaixonado por ela, gosta dele do jeito que ela é e tenta sempre entender o mundo dela e suas paixões ( Mia ama musica clássica, fugindo um pouco do “ramo” da família, e ela toca violoncelo e não é muito fã de rock ou outros estilos musicais que seus pais ou seu namorado gostam). Tem os avôs dele, por parte de pai, que aparecem na historia, sua avó é uma senhora bondosa e gentil, uma mulher de fé, que acredita que certo seres ou pessoas morrem e se tornam anjos,  que ama os netos, ama a neta, que é sensível e amorosa. Já o seu avô que se mostra mais serio e conservado, quando percebe o grau de saúde da neta, e após perder o filho e a nora, sente-se frágil e desesperado para que a neta volte e fique aqui. Todos que vão visita-la enquanto ela está lá na cama, em coma, pedem, imploram, suplicam para que ela fique, pois mesmo perdendo aqueles que ela ama, ela ainda tem uma família ( palavras ditas com mais fervor pelo avô, pela Kim e pelo Adam).

A historia se desenrola e outros personagens aparecem como o Henry e a Willow, que é um casal muito amigo dos pais de Mia e que aparecem na historia, eles são fofos e a Willow principalmente se parece forte, mesmo com tais circunstâncias. O livro em si é bem tocante e faz você pensar muito ( pelo menos eu pensei, e sofri e me emocionei me colocando no lugar dela, e sentindo a dor dela, não a física, mas a emocional, e isso me fez chorar ao ler o livro). Ressalto aqui e concordo com algumas resenhas que li sobre esse livro de que ele merecia ter mais paginas, poderia se desenvolver melhor as passagens, colocando mais sentimento, mais emoção e mais detalhes, mas mesmo assim o livro não deixa a desejar. O livro em si não tem um final claro e cristalino sobre o que acontece com ela, mas com as ultimas palavras entende-se o que acontece a ela.

O nome do livro tem muito sentido, pois esse é o maior questionamento dela durante o livro “ eu fico ou eu vou embora?” ou “ eu tenho o poder de decidir o que acontece comigo, e se eu ficar, o que será de mim?” essa e outras questões giram a sua mente, fazendo-a pensar nisso tudo, relembrar e sofrer pelas perdas, mas também sofrer pelas outras perdas se decidir partir e o que isso resultará naqueles que ficaram ( que estão vivos).

O que achei do livro....

Uau, acho que já expliquei isso acima, tirando o fato do livro ser pequeno e sentir que poderia ter explorado mais o enredo, eu amei o livro, me emocionei, chorei e super recomendo sua leitura se você quiser algo para te fazer refletir sobre a vida, sobre as pessoas importantes para você e sobre os seus sonhos; para chorar um pouco; para se emocionar com os vários tipos de amor que aparece claro no livro ( de pais e filhos, de irmãos, de melhores amigas, de namorados, de neta e avô e avô, etc). Gostei dos personagens, achei a Mia uma garota pé no chão, que não é sem graça, ou melosa, mas é real, todos os sentimentos e emoções que ela passa parece ser muito real, que faz você ser transportado para a historia e ver o mundo aos olhos dela.



Como disse, super recomendo!!





Trailer legendado do filme “Se eu ficar”





Vejam o trailer e se emocionem também!!

Comentem aí se gostaram da resenha e se já leram o livro, o que acharam dele.

Voltem sempre, pois suas visitas são importantes para o blog e para mim.

Bjus bjus

Assinado por:  Thatyane Alvarenga

Resenha de livro: A Linha de Teri Hall

Oi pessoal, tudo bom com vcs?

Hoje farei a resenha de um livro pouco conhecido, que li faz pouco tempo, o nome dele é “A Linha” da autora Teri Hall, e na verdade é uma serie ( provavelmente trilogia), porém não tem previsão ainda do lançamento dos outros livros. Mas vamos direto ao ponto, que é fazer a resenha do livro, mas como sempre, primeiro a sinopse dele.


Sinopse do livro: Uma invisível, a barreira física intransponível divide os Estados de Unificação. A Linha é a parte da fronteira que corta parte do país, condenando os moradores a um destino desconhecido, quando um inimigo usou uma arma proibida. Diz-se que criaturas bizarras e sobrehumanas vivem do outro lado, em Away. Ninguém, exceto velho e resistente Sr. Moore que vive próximo a linha. Ninguém além de Raquel e sua mãe, que foi morar lá depois de o pai de Raquel, morrer na última guerra. É uma vida muito tranqüila e segura. Até que Rachel descobre uma misteriosa mensagem gravada que só pode ter vindo de longe. A voz está pedindo ajuda. Quem enviou a mensagem? Por que sua mãe é tão protetora? E qual a distância que Rachel está disposta a percorrer, a fim de fazer o que ela acha que é certo? ( Fonte: Skoob)






Resenhando o livro....

Olhando a sinopse do livro, dá a entender que o livro se encaixa na classificação de “distopia”, pois retrata o Estado como o Estado de Unificação, e não o nome de um pais ou nação especifica, além de ter outros elementos que caracterizam uma distopia, como dar a entender que passa num futuro, onde houve algo, tendo que programar A Linha, que corta parte do estado, tendo uma boa parte da população do lado de cá, e outro no lado de lá, que são retratados como os Outros.

No decorrer do livro, descobre-se que os Outros não são aquilo que o governo diz ser além disso, os Outros, que fazem parte do lado de fora do lugar “seguro” adquire certas habilidades, por causa da ativação da Linha, que foi por causa de um grande inimigo da nação descrita no livro, usar uma arma poderosa e proibida, e para que o povo do lado de cá pudesse estar protegido de futuros ataques ou coisas do tipo, de inimigos da nação, o governo resolve ativar a Linha, fazendo com que muitos que estavam no outro lado, que eram trabalhadores, estudantes, entre outros, que trabalhavam ou estudavam no outro lado, então quando a Linha é ativada, aqueles que estavam no lado de lá, ficam presos e com o tempo, desenvolvem certos tipos de habilidades,pois aqueles que não morreram com o efeito da ativação da Linha, acabaram criando resistência e habilidades especiais, e as próximas gerações também.

A Linha Versão Americana
Muitos mistérios rondam o livro, o principal é quem são as pessoas que vivem no outro lado da Linha? São pessoas normais e confiáveis, ou inimigos? Porque depois de um tempo a Linha não foi desativada e não foram procurar sobreviventes daquela nação? Essas e outras questões rondam nossa cabeça no decorrer do livro e da personagem principal, uma garota que se chama Rachel ( que no livro não fala a idade dela, mas creio que deve ter em torno dos 14/15 anos ); sua mãe que também guarda segredos; a Sr. Moore, que sabe mais do que aparenta, e no decorrer do livro, vai se descobrindo coisas que tem relação com ela; entre outros personagens, que não são importantes retratar aqui. Durante a leitura aparecem outros, mas explicar a aparição deles, seria um mega spoiler, então acho melhor não dizer.


 O que achei do livro....

Segundo Livro da Serie
Achei muito bom, no inicio do livro é meio cansativo, porque durante uma boa parte ele é só narrado em terceira pessoa, e não tem diálogos, mas depois de algumas paginas, tem diálogos, e alguns bem eletrizantes e reveladores. O livro começa a pegar gás da metade para frente, o que faz você lê-lo rapidamente, e quando se aproxima do final, acontece coisas que você não imaginaria que acontecesse, e quando as respostas para as varias questões levantadas no livro começam a ser respondidas, o livro acaba. Simples assim. Ele acaba. Na melhor parte, ele acaba.

Quando cheguei ao final, eu fiquei com um pouco ( ou melhor, bastante) de raiva porque queria saber o que acontecia a seguir, tinha muitas questões a serem respondidas, descobertas, e então eu to um dia desses fuçando a internet e descubro que é uma serie de livros ( até agora a idéia é ser uma trilogia, mas nunca se sabe) e os outros dois livros não tem previsão de estréia no Brasil – ebba #sqn – mas os nomes deles ( em inglês )  são:


Away ( lançado nos Estados Unidos, mas sem previsão de lançamento no Brasil)
Terceiro e Ultimo Livro da Serie
The Island ( pela minha rápida pesquisada na net, o livro teve sua sinopse divulgada no começo do ano nos Estados Unidos e parece que foi lançado/ou logo será lançado, mas sem previsão de lançamento no Brasil)


Se eu recomendo este livro/ a trilogia...

Sim, eu recomendo mesmo o livro tendo uma parte relativamente extensa de “introdução” do contexto da historia do livro, acho que vale a pena ler, ele é um livro diferente, com vários mistérios a serem desvendados, e como sou curiosa, vou esperar o lançamento deles, e assim, que sair vou correndo comprar.

Então, sim, eu recomendo e acho que seria uma ótima leitura para quem gosta de mistérios, um pouco de suspense, de enigmas e tudo mais. Eu gostei bastante, e como disse, vou ler os outros quando forem lançados aqui no Brasil.

Comentem aí o que acharam da resenha e se já leram esse livro, qual a opinião de vcs sobre o livro? Estão ansiosos para a continuação? Vai ler os outros livros? E quem não leu, ficou interessado? Vai ler? Digam aí o que acharam.

E voltem sempre ao blog, pois os comentários, opiniões e sugestões de vcs sempre são bem vindas.


Bjus Bjus

Assinado por: Thatyane Alvarenga

Nova Parceria: Autora Luma Nunes

Oi pessoal, tudo bom?

Hoje vim falar da minha parceria com a autora Luma Nunes e vou falar um pouco sobre ela e da sua trajetória, além da sinopse do livro e quotes. Então vamos conhecer um pouco a autora




Conhecendo a autora Luma Nunes....

Seu nome é Luma Nunes, ela é de Palmas, Tocantis , mas mora atualmente em Uberlândia, Minas Gerais. O livro  Mais Brilhante Que O Sol é o seu  romance de estreia e foi publicado através do selo Genérico da Modo Editora Tradicional. 











Sobre a falta de apoio de seu estado....


Ela fez o lançamento do seu  livro em Palmas, porque é o lugar onde nasceu e tem  orgulho de sua cidade, pois queria mostrar na sua terra que ela conseguiu e que apesar da falta de apoio, temos escritores de alta qualidade, só esperando um simples edital para aparecer. Algo que não aconteceu só com a Luma, mas infelizmente acontece com muitos escritores do nosso país.






Sobre a rifa...

Não foi a falta de incentivo do seu Estado que a desanimou. A Luma começou a  pesquisar editoras fora do seu Estado  e descobriu que publicar um livro custa caro e infelizmente ela não tinha dinheiro suficiente para bancar a publicação do livro.Foi  a partir daí que surgiu a ideia de fazer a rifa em prol da publicação do 1º romance da escritora Luma Nunes. Ela, sua família e alguns amigos conseguiram alguns prêmios doados para rifar.No começo, venderam bem a rifa, mas com o passar do tempo as coisas foram esfriando e então  ela chamou umas amigas pra dar uma agitada no negócio e foi ai que surgiu o Eu Curto Essa Ideia, onde ela e suas amigas tiravam fotos segurando uma plaquinha como esses dizeres. Depois várias pessoas foram comprando a rifa e mandando fotos também com esses dizeres de Eu Curto Essa Ideia, e foi exatamente isso que chamou atenção da editora.




Sinopse do livro...



Helena é uma jovem que saiu muito cedo da casa do pais, que moravam no interior, em busca de novos horizontes. Inteligente e sonhadora, tendo em seu passado desilusões amorosas, vê sua vida mudar ao ter a chance de ir para Nova Iorque com sua melhor amiga e se reinventar. Em Nova Iorque, quando sai para procurar emprego um labrador se solta da coleira e brincando a derruba, ela não acredita que a sorte tenha batido na sua porta ao se deparar com George, o dono do cão, um ator americano no qual ela nutre uma paixão platônica. Um romance avassalador sobre julgamento, confiança e amizade.






Mas porque um Apanhador de Sonhos?


O filtro de sonhos, como ficou conhecido em português, na verdade, não é um filtro, é uma teia. Os Ojibwe acreditam que, quando a noite cai, o ar se enche de sonhos, bons e ruins. 

Alguns destes sonhos, mesmo sendo pesadelos, podem conter uma mensagem importante do Grande Espírito para nós. Então, na verdade, estes sonhos são bons sonhos. Mas existem muitos outros sonhos e energias ruins flutuando à nossa volta e que não são nossos. Estes é que podem nos fazer mal. É justamente para estes sonhos e energias ruins que existem os dream catchers.

A tradição manda que as teias coloridas sejam penduradas sobre o berço dos bebês e a caminha das crianças. Os sonhos bons, sabendo exatamente onde ir, conseguem passar pelo buraco central da teia, ao passo que os sonhos ruins ficam perdidos e acabam presos nos fios. 

Quando os primeiros raios de sol surgem, os sonhos maus desaparecem. Os círculos são feitos com ramos flexíveis de salgueiros e revestidos com tiras de couro.Uma pena é colocada no centro, representando o ar ou a respiração, essencial para a vida. O bebê, observando a pena dançar ao vento, aprende uma lição sobre a importância do ar. Além disto, a pena de coruja, feminina, simboliza a sabedoria. A pena de águia, masculina, serve para dar coragem.

Para captar os sonhos dos adultos, os dream catchers são trançados em fibra e não com ramos de salgueiros. Por isso, são mais resistentes." 
(fonte: BananaCraft)


Alguns quotes do livro para deixar vocês com água na boca (rsrsrs)





Só eu que fiquei imaginando essa cena na cabeça??













Já me apaixonei pelo George só com essa descrição sobre seus olhos azuis (hahaha)








Acho que vou me emocionar muito com esse livro e chorar ( porque sou uma romântica e me emociono facilmente).









Ai que emoçãooooooo....










Tomará que tenham gostado da minha postagem, e em breve teremos uma resenha sobre este livro aqui no blog, e quem sabe um sorteio? hehehe

Comentem aí o que acharam e voltem sempre ao blog, pois os comentarios de vocês é muito importante para o blog e para mim.

Bjus bjus

Assinado por: Thatyane Alvarenga